Sites coletam dados por formulários, analytics, cookies, chats e integrações. A adequação começa identificando o que entra, por que é necessário, onde fica e quem acessa.
Este conteúdo é uma orientação geral de projeto, não substitui análise jurídica específica da operação.
Mapeie dados e finalidades
Liste campos, ferramentas, logs, destinatários e tempo de retenção. Retire coletas sem finalidade clara e evite pedir dados sensíveis em formulários comuns.
Seja transparente nos formulários
Explique para que os dados serão usados e ofereça acesso à política. Consentimento não deve ser usado automaticamente quando outra base legal for a adequada; essa definição exige avaliação responsável.
Proteja transmissão e acesso
SSL, atualizações, controle de usuários, autenticação forte e backups reduzem exposição. Evite enviar dados pessoais completos em URLs ou e-mails inseguros.
Publique informações compreensíveis
Política de privacidade, canal de contato e procedimentos internos devem refletir a operação. Copiar um texto genérico pode produzir promessas que a empresa não cumpre.
Leituras e referências
Fontes oficiais e conteúdos relacionados para aprofundar o tema:
- ANPD: guia de segurança para agentes de pequeno porte ↗
- Lei Geral de Proteção de Dados ↗
- Guia de criação de sites em Belém →
Privacidade confiável nasce de menos coleta, finalidade clara, proteção adequada e comunicação coerente com o que o site realmente faz.
Solicitar orçamento


